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2. Pontos Turísticos - - Tibet: O trem das nuvens

Informações atualizadas em: 19/12/2017 14:55:33
MARAVILHA DA CHINA: “O TREM DAS NUVENS”
 
 
A China moderna é uma terra de tremendas conquistas da engenharia, onde a palavra “impossível” simplesmente não existe. E a cereja do “bolo das maravilhas” é certamente a ferrovia que faz hoje a rota de Pequim à capital tibetana. Conhecida localmente como Kien Liu, a Ferrovia para o Paraíso é motivo de orgulho para os chineses. O governo chinês ao pensar nesta linha, pensou nos tibetanos. Pensou em como integrar à região ao resto do país. Além de uma atitude de integração, a construção da ferrovia foi uma atitude de caráter social.  O projeto foi sonhado por Mao tsé-tung há meio século atrás. 
 
O presidente da China, Hu Jintao, que foi secretário-geral do Partido Comunista no Tibet no fim dos anos 80 e no começo dos 90, destacou na grande inauguração que a nova ferrovia é "outra conquista magnífica obtida com o impulso da modernização socialista". 

Pequim, por outro lado, pretende mostrar ao mundo que o Tibet só pode sair de seu atraso comunicando-se melhor com a China, idéia compartilhada por muitas outras áreas do oeste do país. 

O regime chinês promete ampliar a rede ferroviária tibetana nos próximos 10 anos. O objetivo é que a linha não seja apenas uma via de "entrada e saída" da China, mas um instrumento de comunicação entre as distintas cidades do Tibet e, também, de acesso à fronteira com a Índia. 

"O trem vai mudar radicalmente a atrasada situação do sistema de transportes do Tibet. Será uma via econômica eficaz para o transporte de energia e de materiais que servirão para a melhora da vida de seu povo", diz um comunicado emitido esta semana pelo Ministério de Assuntos Exteriores da China. 

A China deu menos destaque aos benefícios levados a indústrias como a energética, a do turismo ou a do comércio, e mais às maravilhas técnicas e os grandes números que envolvem o projeto, a fim de despertar a admiração mundial e inflar o patriotismo entre seus cidadãos. 

O trem é o mais alto do mundo, batendo as ferrovias peruanas dos Andes, pois cruza a 5.072 metros de altura as montanhas de Tanggula, uma das maiores barreiras naturais do Tibet. 

A obra se enquadra na estratégia chinesa de demonstrar ao mundo que o país asiático, no melhor momento econômico de sua história moderna, é capaz de realizações mais espetaculares que os de qualquer nação avançada. 

A China já tinha, desde 2003, o trem mais rápido do mundo, que desliza sobre os trilhos a 430 km/h. Esse trem, contudo, foi fabricado com tecnologia alemã, enquanto o trem tibetano (o Qingzang, segundo a abreviatura em mandarim) é, em sua maior parte, nacional. 

O trem, dotado com máscaras de oxigênio e vidros contra a radiação ultravioleta, é o equivalente ferroviário a outros projetos com os quais a China quis despertar a admiração internacional, desde seus vôos espaciais tripulados até o ultramoderno circuito de Fórmula 1 de Xangai. 
Ficou curioso para conhecer? Então veja o roteiro clicando aqui.
 
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